Teoria curricular itinerante: a teoria do povo contra o ethos epistemicida do campo
DOI:
https://doi.org/10.19137/praxiseducativa-2026-300120Palavras-chave:
teoría crítica, curriculum epistemicidaResumo
O campo dos estudos curriculares sofre de um evidente impasse teórico. Esse impasse tem sido atribuído, em parte, à onda de triunfalismo neoliberal que massacrou a educação no hemisfério com políticas e práticas que reduzem a pedagogia a uma práxis instrumentalista diretamente associada aos desejos e necessidades sedentos do mercado. No entanto, outra parte substancial desse impasse — pouco explorada em nossas esferas acadêmicas — está relacionada ao aparente fracasso de muitas abordagens críticas e pós-críticas. A combinação desses dois eixos completamente antagônicos contribuiu para a natureza epistemicida do currículo. O cerne deste artigo é um apelo aos acadêmicos da área para que combatam esse impasse, desterritorializando suas abordagens e se comprometendo com uma postura itinerante para abordar a diversidade ilimitada de tradições epistemológicas, desinstalando a natureza eugênica de nosso campo — sua teoria e desenvolvimento. O artigo também explora alguns obstáculos significativos que os impulsos contra-hegemônicos enfrentam no campo. Nesse sentido, o artigo revela os desafios envolvidos na construção de uma plataforma crítico-hegemônica. Propomos um elogio ao comprometimento coletivo com uma teoria do currículo itinerante como uma teoria popular em direção à justiça social e cognitiva.
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Copyright (c) 2026 Claudia De Laurentis; laura proasi

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