Genealogias mágicas em narrativas de cuir. Uma memória feita de ficções
DOI:
https://doi.org/10.19137/anclajes-2026-3012Palavras-chave:
Genealogia, Queer, Memória, Contra-arquivoResumo
O objetivo deste artigo é considerar como a literatura pode também ser um espaço de construção de memórias alternativas às da narrativa oficial, ou seja, como aficção é uma ferramenta para tecer genealogias válidas e poderosas fora dos códigos do real. Para lá chegar, abrimos dois caminhos que acabarão por se cruzar. Em primeiro lugar, traçamos o que poderia ser uma genealogia das genealogias cuir, ou seja, compilamos e reunimos os conceitos com os quais foram nomeados os processos decuirificação da memória. Em segundo lugar, propomos pensar a literatura como umcontra-arquivo cuir de genealogias dissidentes, que usa a ficção para criar ecossistemas ememórias, afastando-se da prática arquivística e historiográfica tradicional, opondo-se assim à violência do silêncio imposto e dando lugar a toda uma linhagem que se move pela imaginação e tem efeitos mágicos, como lendas contadas em voz alta.
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