Reconfiguraciones de debates y posiciones del campo literario argentino en el Semanario La Nota 1915-1920
Palavras-chave:
campo literario, público, mercado, magazines, literatura argentinaResumo
Este trabajo toma como objeto de análisis el semanario La Nota (Buenos Aires, 1915- 1920) al que considera como espacio discursivo fundamental para focalizar y estudiar las reconfiguraciones del campo literario argentino de esos años. Estas reconfiguraciones se ligan con cambios políticos (la efectivización de la ley Sáenz Peña en 1916) y con procesos de modernización social (políticas exitosas de alfabetización). La conformación de un nuevo público lector, que consume preferentemente diarios, periódicos y folletines, convierte al mercado y al público en preocupaciones centrales del mundo literario y de este semanario en particular. El trabajo reconoce en la publicación una serie de rasgos de la prensa periódica más moderna y popular junto con otros que remiten a la prensa política y de elite y este hecho le otorga un carácter singular. Como semanario moderno, la revista pone su acento en el mercado de lectura y escritura; como semanario político, intenta ejercer sobre ese público una forma fundamentalmente ideológica de pedagogía, puesto que la revista lleva adelante una campaña antigermana durante la Gran Guerra, la cual aparece como tema insoslayable del campo literario.
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