Reescritas da memória e desnorteamento nos contos de Valeria Correa Fiz e Vera Giaconi
DOI:
https://doi.org/10.19137/anclajes-2026-3016Palavras-chave:
Valeria Correa Fiz, Vera Giaconi, Argentina, Análise literária, Memória coletivaResumo
Este artigo analisa as diferentes representações da memória traumática, especialmente da memória histórica, nos livros de contos La condición animal (2016) e Hubo un jardín (2022), de Valeria Correa Fiz, e Carne viva (2011) e Seres queridos (2017), de Vera Giaconi, duas autoras do Cone Sul da segunda geração pós-ditadura. Ambas coincidem no seu objetivo de desconcertar o leitor através de uma escrita atravessada por silêncios que aumentam a incerteza e o efeito chocante da história. Para tanto, os escritores lançam mão de recursos típicos das narrativas insólitas, ou seja, ogrotesco, o fantástico e, principalmente, o inusitado. Por conseguinte, este estudo pretende identificar e desvendar os seus mecanismos de distorção, bem como as tensões expressivas e ideológicas com que problematizam a memória individual e coletiva.
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