Escrever contra a norma. Formas disruptivas de criação de memória
DOI:
https://doi.org/10.19137/anclajes-2026-3011Palavras-chave:
Memória, Narrativas contra-hegemónicas, Subalternidade, Séculos XX e XXIResumo
As abordagens aqui reunidas investigam narrativas hispânicas e latino-americanas contemporâneas que tensionam as formas convencionais de construção memorialística. O objetivo, portanto, é observar como essas reinterpretações do passado se desenvolvem nas vozes de sujeitos historicamente subalternizados e, por isso, excluídos do que é comummente aceitável, possível ou válido. Perante um campo literário que privilegia os discursos patriarcais, masculinos (e masculinizados), burgueses, urbanos, heterocêntricos e ocidentalizados,trazemos para primeiro plano aqueles que são críticos do statu quo institucionalizado, oferecendo visões periféricas ou disruptivas sobre questões de classe, género, origem geográfica, classe social ou ideologia.
Downloads
Referências
Althusser, Louis. Ideología y aparatos ideológicos del estado: notas para una investigación. Seminario de Estudios Laborales, 1974.
Asensi, Manuel. Crítica y sabotaje. Anthropos, 2011.
Baudrillard, Jean. Cultura y simulacro. Barcelona, 1978.
Benjamin, Walter. Discursos interrumpidos I. Madrid, 1990.
Bentham, Jeremy. Le panoptique. Belfond, 1977.
Boltanski, Luc y Chiapello, Ève. El nuevo espíritu del capitalismo. Akal, 2002.
Bourdieu, Pierre. Las reglas del arte. Geénesis y estructura del campo literario. Anagrama, 1995.
Bourdieu, Pierre y Wacquant, Loïc. Respuestas. Por una antropología reflexiva. Grijalbo, 1995.
Butler, Judith. Vida precaria. El poder del duelo y la violencia. Paidós, 2006.
Deleuze, Gilles. “Post-scriptum sobre las sociedades de control”. Polis. Revista Latinoamericana, n.º 13, 1993, pp. 1-7.
Derrida, Jacques. Márgenes de la filosofía. Cátedra, 1994.
Even-Zohar, Itamar. “Polysistem Studies”. Poetics Today, vol. 11, n. º 1, 1990, pp. 1-96.
Foucault, Michel. Sobre la Ilustración. Tecnos, 2006.
Foucault, Michel. Vigilar y castigar. Siglo XXI, 1976.
Garcés, Marina. Nueva ilustración radical. Anagrama, 2017.
Habermas, Jurgen. Teoría de la acción comunicativa. Volumen I. Taurus, 1987.
Hall, Stuart. “Significado, representación, ideología: Althusser y los debates postestructuralistas”. Estudios culturales y comunicación: análisis, producción y consumo cultural de las políticas de identidad y el posmodernismo. Paidós, 1998, pp. 27-62.
Iglesias, Monserrat. “El sistema literario: teoría empírica de la literatura y teoría de los polisistemas”. Avances en teoría de la literatura (Estética de la Recepción, Pragmática, Teoría Empírica y Teoría de los Polisistemas). Universidad de Santiago de Compostela, 1994, pp. 309-56.
Iser, Wolfgang. “La estructura apelativa de los textos”. Estética de la recepción. Visor, 1989, pp. 133-48.
Klein, Naomi. Decir no no basta. Paidós, 2017.
Martínez, Guillem, coordinador. CT o la Cultura de la Transición. Mondadori, 2012.
Méndez Rubio, Antonio. Poesía sin mundo. Editorial Regional de Extremadura, 2004.
Ricoeur, Paul. Ideología y utopía. Gedisa, 1997.
Sloterdijk, Peter. El mundo interior del capital. Para una teoría filosófica de la globalización, 2014.
Spivak, Gayatri. ¿Pueden hablar los subalternos? Macba, 2009.
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2025 Ángela Martínez Fernández, Raúl Molina Gil

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 International License.
Os autores devem aderir à licença Creative Commons 4.0 denominada “Atribución - No Comercial -CompartirIgual CC BY-NC-SA”, por meio da qual é permitido copiar, reproduzir, distribuir, comunicar publicamente o trabalho e gerar trabalhos derivados, desde e quando o autor original é citado e reconhecido. No entanto, você não tem permissão para usar o trabalho ou seus possíveis trabalhos derivados para fins comerciais. os/as autores/as devem aderir à licença Creative Commons 4.0 denominada "Atribuição - Não Comercial-CompartilhaIgual" (CC BY-NC-SA 4.0), que permite a cópia, reprodução, distribuição, comunicação pública da obra e criação de obras derivadas, desde que a autoria original seja citada e reconhecida. No entanto, não é permitido utilizar a obra nem suas possíveis obras derivadas para fins comerciais. Além disso, os/as autores/as cedem à Anclajes os direitos para a publicação de seus textos, mantendo, no entanto, sua propriedade intelectual. Isso significa que a publicação não retém os direitos de reprodução ou cópia (direitos autorais), permitindo que as pessoas responsáveis pela autoria possam disponibilizar as versões finais e divulgá-las em repositórios institucionais, temáticos, páginas pessoais na web ou qualquer outro uso relevante, desde que a fonte original de publicação seja mencionada.


.png)

2.png)














_(2).png)






.jpg)
_(1)1.jpg)



.jpg)


